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e penso. não sou poeta de nada nem sequer te amo mas se não estás fazes-me falta. e saio para tomar café e afinal não era eu quem estava no centro deste poema eras tu mesmo que estivesses longe e outras mãos te arrastassem pela rua. ao menos as noites, olha, ao menos as noites, querida, meu amor... e antes de adormecermos volto a calçar as meias e visto uma camisola que, isto, no litoral, faz frio mesmo com um cobertor. se amanhã quiseres podemos tomar juntos o pequeno-almoço no meu café do costume. |
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