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todas as florestas do mundo; e, quando digo isto, não me refiro ao término das funções físicas, fisiológicas, do coração enquanto músculo, mas, sim, ao cessar do encanto e do sublime do coração enquanto veículo vocabular para essa metafísica da alma." quando incendeio uma morte é como se florestassem todos os corações do mundo? perguntas, com a voz carregada de lavagantes e de tabaco, sem que um interlocutor responda. esperaríamos por um autocarro, de manhã, encostados à parede do antigo hotel, com uma garrafa de vinho tinto vazia e os olhos repletos de certezas e de cavalos-marinhos. com o coração ainda vivo ou pelo menos a acreditar veementemente nisso. destruindo o estômago em detrimento. |
| mortir October 5, 2009 02:58 AM PDT Quero ficar no trinca até de manhã, sem ninguém a chatear-me para voltar para casa... Gosto muito do poema, de resto. | ||
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